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Já ouviu falar em cristais radiônicos? Então veja como funcionam!

Já ouviu falar em cristais radiônicos? Então veja como funcionam!

O poder dos cristais pode nos ajudar das mais diferentes formas possíveis — de um aspecto físico e espiritual. E quando essa energia é combinada com técnicas como a acupuntura, surgem os cristais radiônicos — uma variável bem específica de cristais com uma função realmente prática.

Desvendando os cristais radiônicos

O termo cristais radiônicos pode até soar um pouco exótico a principio e despertar muita curiosidade. Mas aqueles que já estão mais afinados com a cristaloterapia e o imenso universo que ela abriga, já não se surpreendem tanto com novas descobertas.

A verdade é que os cristais são ferramentas realmente poderosas e, acima de tudo, extremamente versáteis. São verdadeiros ícones, genuínas usinas de trabalho energético. E um dos motivos de encontrarmos tantos usos diferentes para os cristais está também na enorme variedade como eles se apresentam, com infinitas formações moleculares.

Tantas formações moleculares é um projeto desenhado pela própria natureza, já que o princípio da aleatoriedade é algo fundamental, e que também faz parte das diversas interpretações da mecânica quântica. E é nesse ponto que entram os cristais radiônicos.


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O que são cristais radiônicos?

Os cristais radiônicos atuam diretamente sobre os princípios da física quântica. Podem ser entendidos como uma espécie de microesferas cristalinas, programadas para emitir uma determinada frequência eletromagnética.

Essa frequência eletromagnética fica marcada no cristal e ele constantemente a emite. E é essa frequência que será, por exemplo, utilizada junto ao corpo posteriormente para atuar no campo da acupuntura quântica.

Sabemos que a acupuntura trabalha com alguns pontos de pressão no corpo humano. Esses pontos estão espalhados e formam um grande emaranhado que, na realidade, se trata de um mapa — um mapa de pontos nervosos e conexões energéticas.

A questão é que esses pontos podem também ser estimulados pela energia emitida pelos cristais radiônicos, realizando um estimulo mais sutil do que o das tradicionais agulhas ou da pressão dos dedos, mas de maneira contínua.

Isso traz muitos benefícios em especial para quem sofre de problemas psicossomáticos como ansiedade, medo e traumas.

“Tudo depende de como vemos as coisas, e não de como elas são.”
Carl Jung


Como funcionam os cristais radiônicos?

Vamos partir do princípio que tudo no universo vibra; tudo possui sua própria frequência de vibração. Essa é uma das premissas mais básicas da física quântica e que fundamenta inúmeras pesquisas e o desenvolvimento de muitas tecnologias.

Então já que tudo possui sua vibração, seja orgânico ou não, é logico pensar que elas interagem entre si e cada vibração responde de uma forma a outra, caminhando assim para o entendimento de como funciona essa interação.

Estamos sempre emitindo uma frequência, uma radiação, afinal somos feitos da mesma matéria que o resto do universo e, consequentemente, estamos sempre interagindo com outras vibrações. Isso reflete em reações fisiológicas, emocionais e até intelectuais — tudo de acordo com as vibrações que nos atingem a todo instante.

Nesse mesmo princípio podemos dizer que, se estamos em perfeito equilíbrio, com todo o nosso sistema funcionando em perfeita sintonia, esse é o momento em que todas as nossas moléculas também ressoam em sintonia. Aqui encontramos uma boa pista das utilidades de um cristal radiônico.

O criador dos cristais radiônicos, o professor Raul Breves, explicou em suas próprias palavras que esses cristais “foram o fruto de práticas antigas, quando experimentei gravar em pequenas esferas usadas em auriculoterapia o mesmo programa mental que utilizava em minhas meditações e sessões de Acupuntura Tradicional via Radiônica”.

“Não somos responsáveis pelas emoções, mas sim do que fazemos com as emoções”.
Jorge Bucay

Ou seja, podemos perceber que eles foram criados exatamente para esse propósito e assim funcionam de forma exemplar em seu objetivo. Quando são aplicados nos pontos corretos de acupuntura ou em microssistemas reflexos, eles induzem seu organismo a entrar em uma frequência específica.

Segundo estudos e as observações do próprio Raul Breves, um ser humano possui uma frequência padrão que varia entre 6.500 a 8.000 angstroms, mas a frequência aplicada dos cristais é variável entre 8.500 a 10.000 angstroms.

Assim, ao entrar em contato com o organismo, os cristais induzem ele a elevar sua frequência para 8.000 angstroms ou mais. Uma frequência que seria de harmonia e equilíbrio, potencializando todo processo de cura e que, segundo o especialista, seria realmente o ideal de equilíbrio e harmonia para o paciente.

Segundo Breves e outros especialistas, esse nível de vibração só costuma ser encontrado em locais considerados sagrados. Ou seja, estar em contato com esses cristais e ressoar com eles seria o mesmo que ressoar com locais que trazem a paz de forma natural e são conhecidos por seu poder de cura.


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Considerações finais sobre os cristais radiônicos

Lembrando que os cristais radiônicos não devem ser aplicados por qualquer pessoa. É necessário um profissional devidamente qualificado com conhecimento sobre os cristais e uma profunda experiência com acupuntura.

A aplicação é simples e normalmente feita com uma pequena pinça para posicionar os cristais, que são muito pequenos e delicados — o que ajuda a não oferecer incômodo. Os mesmos são presos ao corpo com um pequeno adesivo.

Após aplicados, eles são capazes de manter seus efeitos por até 2 dias, dependendo do tratamento e local de aplicação. O uso mais comum é junto as orelhas pela auriculoterapia. Os tratamentos mais comuns são aqueles de quadros psicossomáticos álgicos, como os acometidos por medos, traumas diversos, fobias, e emoções ligadas a tristeza e depressão.


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Heloisa Von Ah Heloisa Von Ah

Designer e redatora, respira arte desde que se entende por gente. Apaixonada por gatos, literatura, cinema e músicas que já ninguém mais se lembra, vê na calmaria e na simplicidade o cenário ideal para se viver. Aprendeu de tudo um pouco, de instrumentos musicais a artes marciais; e não vê a hora de mais, já que a vida não pode parar