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Passe espiritual: grávidas na Umbanda

Passe espiritual: grávidas na Umbanda

A Umbanda é uma religião muito diversa e de origem extremamente rica. Hoje iremos discutir o papel da mulher grávida na Umbanda, sobretudo nos terreiros e como o passe espiritual funciona para elas.

Grávidas: o passe espiritual é perigoso?

Não, para grávidas, na maior parte das casas umbandistas, o passe espiritual não é perigoso. Muito pelo contrário, ele é vantajoso pois ajuda a mãe nos seus trabalhos energéticos com o bebê na barriga e na evolução de seus chacras para o bem-estar do feto.

A mãe que incorpora, não apenas mantém ativas as trocas espirituais, como também exercitam o corpo para o trabalho de parto futuro, fazendo com que o feto se sinta mais livre e preparado para conhecer o mundo!


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Grávida: proteção pelo passe espiritual

Quando grávidas incorporam, esta troca de energias acaba criando uma espécie de manto protetor, o que iremos chamar de “invólucro enérgico”. Neste momento, o bebê é protegido de qualquer disfunção que a mãe venha sofrer.

Às vezes sentimos o feto chutando por medo em certos lugares, ele irá diminuir estas tensões e ficará mais calminho. Tanto ele quanto a mamãe!


Exceções no passe espiritual: como assim?

Bem, em certos casos, os umbandistas não permitem que mulheres grávidas participem do passe espiritual, ou seja, não é recomendado que elas incorporem. Estes casos variam entre a saúde da mãe e os dogmas da casa umbandista.

Se a mãe estiver com probleminhas com a gravidez ou se for muito difícil a movimentação, a incorporação não deve ser realizada. Deixando tudo para o pós-parto. Caso contrário, a mãe pode vir a ter dores fortes nos joelhos, nas costas, etc.


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Pós-parto: o que dizem os umbandistas?

O passe espiritual está liberado apenas em algumas casas umbandistas. Mas por quê? Bem, certas casas que o proíbem durante 6 meses de pós-parto, justificam que as energias da mãe estão tão intensas com a chegada do bebê, que elas não devem estar em contato puramente com a religião.

Assim, recomenda-se que estas energias sejam trocadas com o bebê que acabou de chegar ao mundo, não apenas para o momento pessoal da mãe neste período de pós-parto, mas sobretudo para o desenvolvimento energético da criança que começa a reconhecer agora a atmosfera terrestre fora do útero.


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