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Tarot de Thoth: conceitos e publicação por Aleister Crowley

Tarot de Thoth: conceitos e publicação por Aleister Crowley

Estudado e inserido pelo influente ocultista Aleister Crowley, o Tarot de Thoth – também conhecido como o Livro de Thoth – como se conhece atualmente consiste em um baralho de 78 cartas ilustradas por Lady Frieda Harris, uma artista muito à frente de seu tempo e que se tornou íntima de Crowley assim que foram introduzidos.

Fundador da doutrina de Thelema (“Faz o que tu queres, pois há de ser tudo da lei”), Crowley dedicou seus estudos também a outros assuntos esotéricos, como a Cabala. A partir desta e demais influencias ocultistas, deu-se início ao projeto que daria vida ao Tarot de Thoth, representando seu significado em pictografias. Segundo Crowley e demais seguidores do ocultismo e sua doutrina, Thoth nada mais era que o pai do Tarot Egípcio e que tal conhecimento intrínseco a essa filosofia portaria em suas cartas toda a sabedoria do mundo antigo. O projeto de estudos e confecção do deck teve início em 1938, sendo finalizado em 1943; sua publicação apenas foi autorizada pela Ordo Templi Orientis (Ordem dos Templários Orientais) em 1969.

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O conceito do Tarot de Thoth


Basicamente, a obra denominada O Livro de Thoth não consiste apenas em um livro de tarô, envolvendo adivinhações e técnicas, mas sim um eficiente meio de expandir a consciência e explorar espaços antes nunca acessados de sua mente. No entanto, é fundamental que, juntamente ao livro, o aprendiz tenha consigo as cartas do Tarot de Thoth a fim de colocar em prática todo esse aprendizado.

Assim como o tarot tradicional possui 78 cartas, o Tarot de Thoth segue o mesmo princípio, apresentando 78 arcanos, divididos entre maiores e menores. Basicamente, os vinte e dois trunfos, ou Arcanos Maiores, são atribuídos da seguinte maneira:

Shin, Mem e Aleph: as três letras-mãe do alfabeto hebraico representam os três elementos ativos. A letra Shin, entretanto, têm atribuído o significado do ar e do espírito.

Beth, Gimel, Daleth, Kaph, Pé, Resh e Tau: as chamadas letras duplas, por sua vez, representam os sete planetas sagrados. Tau também é uma carta que possui significado duplo, atuando como o planeta Terra ou Saturno.

Hé, Vau, Zain, Cheth, Teth, Yod, Lamed, Nun, Samekh, Ayin, Tzaddi e Koph: por fim, as outras doze letras restantes simbolizam nada menos que os doze signos do zodíaco.

Cartas da corte: representando o Pai, a Mãe, o Filho e a Filha, as cartas da corte também podem ter seus significados atribuídos aos quatro elementos, sendo estes novamente divididos em quatro sub-elementos.

Com relação ao tarot tradicional, Thoth passa a atribuir novas nomenclaturas como é o caso da carta O Julgamento, que passa a se chamar O Aeon; O Mundo recebe o título de O Universo; A Temperança ganha a denominação de Arte; Força se tornar Luxúria; entre outras modificações.

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