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Santa Joana D´arc - oração e história da santa guerreira

Santa Joana D´arc - oração e história da santa guerreira

Você conhece a verdadeira história da Santa Joana D´arc? Ela é padroeira da França e foi uma guerreira e santa em vida. Veja a sua marcante história e a oração da Santa Joana D´arc.

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Oração a Santa Joana D´arc

Reze esta oração com muita fé:

“Ó Santa Joana D’Arc, vós que, cumprindo a vontade de Deus, de espada em punho, vos lançastes à luta, por Deus e pela Pátria, ajudai-me a perceber, no meu íntimo, as inspirações de Deus. Com o auxílio da vossa espada, fazei recuar os meus inimigos que atentam contra a minha fé e contra as pessoas mais pobres e desvalidas que habitam nossa Pátria.

 Santa Joana D’Arc, ajudai-me a vencer as dificuldades no lar, no emprego, no estudo e na vida diária. Ó Santa Joana D’Arc atenda ao meu pedido (pedido). E que nada me obrigue a recuar, quando estou com a razão e a verdade, nem opressões, nem ameaças, nem processos, nem mesmo a fogueira.

 Santa Joana D’Arc, iluminai-me, guiai-me, fortalecei-me, defendei-me. Amém!”


Oração a Santa Joana D´arc II

“Concedei-me, ó Pai, a coragem e o espírito de luta e sacrifício de vossa serva Joana Darc, a fim de que, pelo seu exemplo e fidelidade, seja eu também um soldado da causa do Evangelho. Por Jesus Cristo Nosso Senhor. Amém!”


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A história de Santa Joana D´arc

Joana D´arc nasceu na França, na região de Lorena, em janeiro de 1412. Veio de uma família muito simples, que viva no meio rural, Joana cresceu como analfabeta e descobriu na religião a sua missão e dom. Aos treze anos, a menina começou a vivenciar experiências místicas, dizia ouvir a vozes divinas, os pais de Joana acharam que ela estava louca, que tinha problemas mentais.

Neste período, a França vivia a Guerra dos Cem Anos com a Inglaterra. O rei francês havia sido deposto e os ingleses tentavam firmar seus exércitos no país para tomar o trono. Joana recebia diariamente em suas orações mensagens que diziam que ela tinha que expulsar os invasores, que ela capaz disso, que ela precisava reconquistar a cidade de Órleans e reconduzir o Rei Carlos VII ao trono.


A procura do Rei

Aos 16 anos, Joana D´arc vestiu-se com roupas masculinas e atravessou terras dominadas por Borguinhões até chegar a Chinon, onde estava o rei deposto Carlos. O Delfim, protetor do Rei, desconfiou das intenções de Joana, e teve medo de apresentar uma desconhecida ao rei, temia que ela pudesse matá-lo. Por isso, ao atestar que Joana jamais havia visto o Rei antes, colocou-a em uma sala cheia de outros nobres homens para que ela tentasse identifica-lo. Joana soube imediatamente quem era o Rei, foi até ele, curvou e disse: “Senhor, eu vim conduzir os seus exércitos à vitória”. Sobre forte espanto de todos, foi permitido que Joana falasse a sós com o rei. Ela expôs suas intenções de libertar Orléans com o exército. Desconfiado, o rei fez com que ela fosse colocada à prova diante de teólogos e autoridades eclesiásticas, para atestar que a menina era mesmo abençoada, virgem e que falava a verdade. Convencido, o rei entregou a Joana uma espada, um estandarte e o comando das tropas francesas rumo a libertação de Orléans que estava tomada por ingleses havia 8 meses.


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A libertação de Orléans

Joana, montada em um cavalo branco, com armadura de aço masculina e segurando um estandarte com a Cruz de Cristo, gravado o nome de Jesus e Maria, liderou a missão sem nada saber sobre a arte da guerra. Cumprindo a vontade divina, ela comandou soldados de forma extremamente disciplinada. E a batalha foi ganha.  Um mês após a vitória na batalha, o Rei Carlos VII foi conduzido por ela a cidade de Reims, onde foi coroado.  A libertação de Orléans e a coroação do rei reacendeu nos franceses e também em Joana a vontade de libertar toda a França do domínio inglês. Mesmo com a sua missão divina já cumprida – as vozes divinas em oração falavam que ela precisava libertar Orléans e dar o trono ao Rei Carlos – ela convenceu-se que enquanto Paris estivesse tomada pelos ingleses, a França jamais teria paz. Por isso, na primavera de 1430 ela retomou a sua campanha militar.


A luta pela libertação da França e a captura de Joana

Infelizmente, esse foi o fim para Joana. Ao tentar libertar a cidade de Compiège, ela acabou sendo capturada pelos Borguinhões (aliados dos ingleses) e presa em maio de 1430. Ela foi levada como prisioneira para o Castelo de Beaurevoir, onde permaneceu até que o Duque de Luxemburgo negociasse sua “venda”. Ela foi vendida aos ingleses, e ficou presa em uma cela escura e vigiada por 5 homens. Contra ela foi erguido um processo em que ela foi julgada à revelia. Ela foi condenada por heresia e seria executada no dia seguinte. Joana, toda vestida de branco, foi queimada viva com apenas 19 anos em praça pública pelo crime de heresia, enquanto todos ao redor a chamavam de bruxa. Enquanto queimava, ela gritava os nomes de Jesus e Maria. Suas cinzas foram jogadas no Rio Sena, para que não virasse objeto de veneração.


A beatificação e santificação de Santa Joana D´arc

Em 1456, o Papa Calisto III autorizou uma pesquisa profunda sobre Joana D´arc e reconheceu que o processo em que ela foi julgada era injusto, anulando-o. A honra de Joana foi reabilitada. Somente em 1909 a Igreja a beatificou, e em 1920 ela foi canonizada pelo Papa Bento XV. Ela foi também nomeada a Padroeira e Protetora da França.


Para ter força, espírito de luta e dedicação, reze a Oração à Santa Joana D´arc e ela irá te ouvir. A festa litúrgica desta Santa é celebrada em 30 de maio.


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Saiba mais :

Ana Luiza Fernandes Ana Luiza Fernandes

Jornalista, mestre em Ciências da Comunicação e escolheu esse destino por amar ler e escrever desde criança. Vive conectada à internet, não perde uma novidade do cinema, da música e da literatura e busca constantemente a evolução pessoal e espiritual