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Mestre da alma: saiba quem realmente é o mestre de sua alma

Mestre da alma: saiba quem realmente é o mestre de sua alma

Tudo o que acontece em nossa vida tem um porquê. Às vezes não o entendemos de imediato, mas tudo sempre tem um porquê. Hoje iremos falar sobre o mestre da alma e quem realmente é o responsável por detrás de todas as coisas que acontecem em nossa vida.

Bem, para começar, todos os acontecimentos, consequências e resultados são causados pelas nossas ações em meio também aos nossos sentimentos. A nossa alma é aquela que nos guia através de escolhas e ações. Cada resultado disto se converte em algo que voltará a nós mesmos, seja no dia seguinte, seja daqui alguns anos.

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Mestre da alma: o poder do reconhecimento

Um dos fatores mais importantes para nos conhecermos a nós mesmos é o autorreconhecimento, ou seja, sabermos que cada um de nós é o mestre da alma de si. Nós cuidamos delas, a jogamos em meio de decisões, vivemos completamente com ela.

Muitas vezes acabamos colocando a culpa de certas consequências em outras pessoas que não têm nada a ver com o assunto em questão. Culpamos e atrofiamos todo o nosso espírito de gratidão, retendo apenas a negatividade. Isto é imensamente prejudicial pois nos tira parte da personalidade. A partir do momento que negamos as nossas ações e o resultados destas, negamos também parte de quem realmente somos.


Leia também: A vibração de nossa alma: como estruturá-la?


Mestre da alma: como reconhecer os atos?

mestre da alma

Mas como reconhecer as nossas ações frente aos resultados? Bem, o importante é primeiramente a calma e, logo, a paciência. Nunca se desespere diante de algum acontecimento. Retenha-o perto de si e faça as três questões:

– O que ocasionou tal resultado?

– Esta causa partiu de mim?

– Sou culpado ou inocente?

A partir destas três questões você pode aprender a julgar a si mesma frente às suas ações. Se tal resultado é sabido de todos e foi causado por você, é necessário que haja um questionamento intrínseco quanto à culpabilidade. Devo me sentir culpado ou não? Nem sempre as causas que, por um momento parecem ruins, são necessariamente negativas para as nossas vidas ou as de outrem.

Por vezes cedemos algo de que amamos para o bem do próximo. Isto está sob o nosso controle, somos os causadores da ação e não devemos nos sentir culpados ou arrependidos se a causa, no dito momento, trouxe positividade à vida de alguém. Sempre pense calmamente e reflita sobre cada detalhe.


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David Fiveer David Fiveer

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