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Mediunidade nos animais: os animais também podem ser médiuns?

Mediunidade nos animais: os animais também podem ser médiuns?

Os animais podem ser ‘mediuns’ como os homens? Essa é uma questão complexa e polêmica. Há indícios que mostram que os animais possuem uma sensibilidade tão aflorada (ou até mais) que muitos sensitivos. Você já ouviu alguém dizer que o seu animal de estimação parece compreender os seus pensamentos ou sentimentos?  Eles não estão exagerando, os animais possuem sim capacidades psíquicas únicas que ainda não encontraram explicação na ciência. Saiba mais sobre a mediunidade nos animais abaixo.

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Os animais podem mesmo ser médiums?


Quem os animais possuem um tipo específico de inteligência já está provado, cada espécie possui um diferente grau de capacidade de desenvolvimento do seu cérebro. No entanto, existem algumas capacidades que são difíceis de serem averiguadas pela dificuldade de comunicação com eles.  Você já ouviu falar que os cães são capazes de enxergar espíritos? Muitas pessoas alegam que é verdade, e quem é espírita, médium e consegue entrar em contato com seres de outras dimensões confirmam essa teoria.  O professor J. Herculano Pires, estudioso da mediunidade relata em seu livro Mediunidade: vida e comunicação experiências impressionantes como a ocorrência da materialização de animais em sessões experimentais, manifestações de espíritos de animais, ganidos de cão serem ouvidos por várias pessoas ao mesmo tempo sem que qualquer cão estivesse nas imediações.

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Frente a estas colocações, podemos pensar se os animais têm ou não a capacidade de atuarem como médiuns.  Segundo o mediúnico e estudioso Hermínio C. Miranda, um “fenômeno mediúnico, de fato, na plenitude de sua conotação semântica, é o de efeito intelectual, no qual o sensitivo funciona realmente como o canal de comunicação entre encarnados e desencarnados”. Por esse conceito é difícil considerar um animal como médium pois apesar de possuir inteligência eles não possuem capacidade intelectual.  “Para uma comunicação inteligente, há necessidade de um intermediário inteligente e esse é o espírito do médium”, diz Erasto no texto O Livro dos Médiuns.

Algo importante é preciso ser apontado: neste mesmo livro, O Livro dos Médiuns,  Erasto afirma que os animais não podem ser médiuns pois entre o espírito e o médium devem haver elementos necessários e sensíveis em seu cérebro para interpretar e reproduzir  uma mensagem. Um animal, por mais adestrado que seja, não pode reproduzir esse pensamento transmitido, não podendo então servir de intérprete, mas nada aponta que eles não tenham a capacidade mediúnica, o que eles não conseguem é reproduzir de uma forma inteligível para nós humanos.

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E os animais treinados?


A limitação mostrada por Erasto diz quanto à incapacidade animal de transmitir um conteúdo recebido e de reproduzi-lo, ensiná-lo. Mas a ciência está avançando e provando o contrário.  Estudos científicos feitos com chipanzés e gorilas mostram que eles são capazes de aprender a linguagem de sinais dos surdos e mudos. O casal Allen e Beatrix Garner, ambos cientistas do corpo docente da Universidade de Nevada, nos Estados Unidos,ensinaram a uma gorila esta linguagem e ela foi capaz de articular frases gramaticalmente corretas, expressar sentimentos como raiva, compaixão, solidariedade, ciúme e senso de humor.  A transmissão do conhecimento também foi alcançada, em sua relação com os filhotes e outros membros do grupo, a gorila ensinou a linguagem humana aprendida, comprovando sua capacidade de reproduzir informações.

Nada ainda está provado, mas isso deixa portas abertas à possibilidade dos animais serem também seres mediúnicos. A capacidade já se acredita que eles possuem, a interpretação e transmissão das mensagens estão a caminho.

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