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Mais 3 casos impressionantes de reencarnação – parte 2

Mais 3 casos impressionantes de reencarnação – parte 2

Muitas pessoas só acreditam e têm fé quando veem acontecer, ou só são convencidos com evidências. Como a reencarnação ainda não pode ser provada, as histórias são as maiores evidências que compravam essa hipótese. Veja mais 3 casos de reencarnação que fazem com que nós passemos a realmente não duvidar dessa possibilidade.

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Casos de reencarnação


1- A menina que foi um soldado japonês
Essa história é impressionante. Uma menina birmanesa chamada Ma Win Tar começou a contar, desde os 3 anos de idade, que já tinha sido um soldado japonês que foi capturado pelos aldeões birmaneses e queimado vivo amarrado a uma árvore. A mãe da menina não deu atenção à história achando que era coisa da sua cabeça. Mas as evidências foram aumentando pouco a pouco. A menina apresentava características agressivas e muitas vezes dava soco no rosto de coleguinhas de escola. Ela pedia sempre para a mãe cortar o seu cabelo muito curto e queria vestir roupas de menino, o que foi proibido pela família. Ela detestava a comida birmanesa, que é muito picante, e pedia sempre para comer alimentos doces e carnes de porco. Ela se recusava a freqüentar o budismo, e anunciava-se como uma ‘estrangeira’ naquela família. A mãe resolveu pesquisar e ligar os fatos: a menina nasceu com graves deformações nas mãos, e até precisou amputar dois dedos que nasceram soltos. Os outros dedos possuíam defeitos, semelhantes a queimaduras. No pulso esquerdo a menina tinha depressões, afundados, como se fossem uma marca de uma corda bem apertada. Ela pesquisou e descobriu que durante as guerras, os aldeões birmaneses tinham o costume de capturar os soldados japoneses retardatários, amarrá-los a árvores e queimá-los vivos.  A mãe então passou a acreditar na criança.

2- Lembranças do mosteiro
Um psiquiatra chamado Adrian Finkelstein relatou em um livro a história de um pequeno garoto chamado Robin Hull. O médico foi procurado por sua mãe pois ela afirmava que a criança às vezes se comunicava em uma língua estranha, que ela nunca tinha ouvido e que ninguém o havia ensinado. O médico entrou em contato com um professor de línguas asiáticas e ele identificou a fala do menino como um dialeto muito específico, falado somente na região norte do Tibete.

Robin afirmava que aprendeu esse idioma porque freqüentou um mosteiro por muitos anos onde todos falavam somente essa língua. Mas o menino nunca havia ido ao Tibete e nem possuía idade escolar. Robin conseguia descrever em detalhes o mosteiro, o que intrigou o psiquiatra que resolveu investigar. Ele encontrou o mosteiro exatamente com as mesmas características descritas pelo menino, no meio das montanhas de Kunlun. Por foto, o menino reconheceu o mosteiro.

3- A mesma caligrafia
Essa história impressionante aconteceu na Índia.  O pequeno Taranjit Singh, uma criança de seis anos de idade, insistia desde que tinha dois anos numa mesma história: ele dizia que seu nome era Satnam Singh, que ele era da aldeia Chakkchela, que ficava a 60 km da sua cidade e que seu pai chamava-se Jeet Singh. Ele descrevia como havia sido a sua morte: ele tinha 15 ou 16 anos e ia para a escola de bicicleta quando um homem colidiu com ele em uma scooter e o matou em 10 de setembro de 1992. Ele descrevia detalhadamente a cena, com os seus livros todos ensopados de sangue, e que ele tinha 30 rúpias no bolso.  A criança insistia tanto nessa história, que todos julgavam absurda, que o pai resolveu investigar.

Então o pai da criança foi até a pequena vila de Chakkchela e encontrou-se com um professor que confirmou a história, em 1992 um adolescente havia mesmo morrido em um acidente com uma scooter enquanto ia para a escola de bicicleta. O pai, impressionado, levou o filho até a família do rapaz falecido: a criança foi capaz de reconhecer cada um deles, antes mesmo que se apresentassem. Eles confirmaram a história dos livros cheios de sangue e das rúpias no bolso. O mais impressionante era: a letra dos cadernos do menino que faleceu eram muito semelhantes à de Taranjit Singh, o que veio confirmar as suspeitas de reencarnação da família.


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