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As origens mitológicas e simbolismos dos Jogos Olímpicos

As origens mitológicas e simbolismos dos Jogos Olímpicos

Originária a partir de festivais em homenagem e reverência à Zeus, os Jogos Olímpicos datam sua existência apenas em conceito em aproximados 2.500 a.C. ainda como forma de celebração ao deus do Olimpo. Conta-se ainda que a real origem das Olimpíadas se devem à Hércules, o qual teria trazido a espécime calistéfanos de oliveira ao local onde os certames aconteciam, possibilitando através de seus ramos entrelaçar coroas aos vencedores.

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A origem mitológica dos Jogos Olímpicos


Entre uma das muitas teorias acerca da origem dos Jogos Olímpicos, diz-se que em tempos onde Cronos, o senhor do tempo, comandava o Olimpo, Zeus, o deus do raio, o destrona, estabelecendo uma Ordem Nova. Com isso, surgiram as festividades e competições em honra ao novo líder onde, a princípio, outros deuses eram os participantes das modalidades em suas tradições; entre eles exalta-se Apolo, diante de sua vitória sobre Hermes na corrida e Ares, no combate físico.

Entretanto, uma das teorias mais bem aceitas sobre essa origem é a que leva Hércules como o verdadeiro dono de tal “patente”. Segundo a mitologia, após derrotar Augías – neto de Poseidon – que se negou a pagar o preço acordado pela limpeza de seus estábulos (o que compreendia um dos doze trabalhos de Hércules), estabeleceu então os Jogos Sagrados em caráter místico e de guerra. Com isso, o próprio Hércules determinou a cerimônia do Fogo Sagrado e, com ela, a corrida olímpica, utilizada para medir a distância do estádio.

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Por muitos séculos, tal corrida era a única modalidade praticada, onde o ponto final situava-se ao Altar de Zeus, encontrando-se ainda a Tocha acesa. O vencedor seria detentor do direito de acender o Grande Fogo Sagrado no altar, sendo este considerado um herói.

O termo Olímpico, no entanto, foi inserido apenas em 776 a.C., em acordo selado no templo de Hera, em Olímpia. Diante desse tratado, foi estabelecida trégua entre os povos durante o período compreendido pelos Jogos. Após a primeira edição oficial, determinou-se que estes seriam realizados a cada quatro anos, durante os meses de julho ou agosto.

Aos poucos, o número de modalidades nessa competição passou a aumentar, elas a corrida, pentatlo, arremesso de disco, salto em distância, lançamento de dardo, pancrácio, corrida de bigas e corrida de cavalos, tudo em cinco dias. Podiam competir cidadãos livres e que nunca tivessem cometido assassinatos ou outros crimes.

Decadência e renascimento


A decadência dos Jogos Olímpicos da Era Antiga começou em 456 a.C., diante da dominação dos romanos sobre a Grécia. O espírito original de integração foi então sendo deixado de lado, e as competições começaram a ser encaradas como combates reais. Após 293 jogos, as Olimpíadas foram banidas pelo imperador Teodósio I, que proibiu a adoração aos deuses em 93 d.C.

Após 1.500 anos, os Jogos Olímpicos foram renascidos. Em 1896, francês Pierre de Coubertin os trouxe novamente, repaginados, à Grécia.

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