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A importância do autoconhecimento – você se conhece bem?

A importância do autoconhecimento – você se conhece bem?

Você já parou para pensar se você realmente se conhece bem? Quais são as suas virtudes, defeitos, dificuldades, como você lida com as suas emoções. Tudo isso influencia diretamente na sua autoestima e na sua capacidade de superação. Conhecer-se bem é uma tarefa que precisa ser aprimorada diariamente pois estamos em constante mutação, e a melhor forma de vivermos bem é conhecendo e aceitando quem somos. Só quem se conhece bem pode reconhecer as suas falhas e tentar melhorá-las e também perceber suas virtudes e valorizá-las.  Veja abaixo alguns exercícios muito simples que irão te ajudar a se conhecer, equilibrar suas emoções e favorecer a sua autoestima.

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Exercícios de autoconhecimento


Muitas pessoas acham que se conhecem bem, mas quando são questionadas sobre coisas simples da vida têm dificuldade em responder, como por exemplo: quais são os seus sonhos? Você confia facilmente nas pessoas? Qual tipo de sentimento você tem dificuldade de lidar? Para você, é fácil respondê-las? É fácil caracterizar-se em poucas palavras? O autoconhecimento é peça-chave para o viver bem, você só vai conseguir compreender as pessoas ao seu redor quando conhecer a si mesmo, quando perceber quais são suas virtudes e defeitos e como as pessoas te enxergam. Faça os exercícios de autoconhecimento abaixo com frequencia e saiba mais sobre quem você é.

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Passo a passo para o autoconhecimento


1- Faça uma lista com 10 coisas que você gosta em si mesmo, suas 10 maiores virtudes.

2- Faça outra lista, agora com 10 coisas que você não gosta de si, seus 10 piores defeitos.

3- Agora analise: qual lista foi mais fácil de fazer? Você conseguiu completar com o mesmo nível de dificuldade as duas? Foi preciso eliminar alguma característica sua para caber em apenas 10, ou precisou se esforçar para alcançar 10? Tudo isso mostra um pouco de si mesmo: se você enxerga-se de forma negativa ou positiva, se valoriza mais as suas virtudes ou defeitos, se você anda valorizando demais suas qualidades e esquecendo dos defeitos ou ao contrário, só enxerga suas falhas e esquece-se de suas virtudes. O ideal é que você consiga nomear as virtudes e falhas com igual dificuldade, sem medo delas, sem precisar pensar demais, como um processo natural de todo ser humano que possui qualidades e defeitos.

4- Agora, observe as duas listas e coloque a letra “i” em todas as características internas, que dependem apenas de você, e um “e” nas características externas, que dependem do pré-julgamento dos outros, aquilo que as pessoas dizem que você é.

5- Agora analise: há mais letras “i” ou letras “e” em sua lista? Se você percebeu que há muitas letras “e” pode indicar que anda se preocupando demais com a opinião dos outros em relação a si mesmo, pode estar se deixando moldar pelas percepções dos outros, adquirindo características que muitas vezes nem são suas para agradar, se tornando assim vulnerável ou até manipulável. Quando a opinião alheia não lhe agradar ou não coincidir com o que você espera você se sentirá frustrado, abalando a sua autoestima. É hora de talvez pensar se a sua própria opinião sobre si mesmo não deveria ser mais importante do que a alheia.

Se você percebeu que há mais letras “i” isso pode ser um ponto positivo, que você está conseguindo se autoavaliar de forma mais consciente, mas se for excessivo, você pode estar vivendo dentro de uma bolha onde só a sua opinião importa. É claro que é importante ter uma boa opinião formada sobre si mesmo, mas é preciso lembrar que nós mudamos com frequencia, há características e defeitos nossos que nem percebemos e somente outras pessoas podem apontá-las. Saber reconhecer as opiniões alheias que são valiosas para o nosso autoconhecimento também é uma forma de sabedoria que nos ensina a viver melhor.

O ideal também nesse exercício é o equilíbrio, que os “is” e “es” estejam equilibrados para um bom autoconhecimento.


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