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Santo Graal: seria verdade?

Santo Graal: seria verdade?

O Santo Graal sempre foi um objeto muito cobiçado pela nossa sociedade e por todas as histórias cinematográficas e literárias. Um dos maiores mistos existentes, o Santo Graal deu origem a filmes, livros e obras de muito sucesso.

Santo Graal: origem

A palavra Graal provém de uma provável origem latina “gradalis”, que significa vaso ou recipiente para comer ou beber. Assim, esta foi a palavra escolhida para referenciar o último objeto usado por Jesus Cristo para a tomada do vinho.

Outras versões também existiram do Santo Graal, muitas chegaram até mesmo a chocar o ocidente. Além de ser o cálice da última ceia, como pinta o famoso artista Leonardo da Vinci, o Santo Graal também foi definido como a vasilha onde Jesus pegou o seu último pedaço de pão. Esta versão ganhou pouca notoriedade, entretanto, uma das versões mais famosas, que até viraram filme, foi a de que o Santo Graal era o cálice onde o sangue de Jesus verteu direto da cruz, enchendo até a metade. De um romantismo extrema, esta versão foi até mesmo considerada como uma heresia pela igreja católica, entretanto muitas igrejas lucraram com ela, criando museus e exposições com falsos cálices.


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Santo Graal: atualidade

Nos dias de hoje, este mito, além de ter rendido várias produções cinematográficas e literárias, se mantém latente em nosso imaginário social. Alguns museus europeus chegam a dizer que não possuem apenas o Santo Graal, mas que também têm o Santo Sudário, a manta que provavelmente teria coberto o corpo de Jesus Cristo após a sua retirada da cruz.

Estes mistos são importantes para uma visão do cristianismo pelo mundo. Existem aqueles, como os evangélicos, que não creem muito em objetos, ídolos e estátuas, mas também existem vertentes católicas que chegam a chorar olhando para representações do Santo Graal. Tudo dependerá do seu ponto de vista.

Por último, uma curiosidade bem interessante: Adolf Hitler, durante o nazismo alemão, acreditava tanto na existência do Santo Graal, que chegou a promover excursões e buscas monitoradas, a fim de que ele pudesse beber da taça onde Jesus teve o seu sangue vertido. Ele acreditava que poderia ficar mais forte e, assim, ganhar mais poder para governar todo o mundo e exterminar aqueles que destetava. Enfim, os mitos realmente podem encantar os olhos!


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