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Porque os signos do Horóscopo Chinês são 12 animais? Descubra!

Porque os signos do Horóscopo Chinês são 12 animais? Descubra!

Se você pesquisou sobre o Horóscopo Chinês já deve ter percebido que os grupos de pessoas são divididos por 12 animais diferentes: o Rato, o Boi, o Tigre, o Coelho, o Dragão, a Serpente, o Cavalo, a Cabra, o Galo, o Macaco, o Cão e o Porco. Sabe por quê? Descubra a Lenda dos 12 animais do Horóscopo Chinês.

Horóscopo Chinês

A lenda de Buda e os 12 animais dos signos chineses


A antiga lenda conta a história do surgimento do Horóscopo Chinês. Segundo ela, Buda convidou todos os animais da floresta para uma festa de Ano Novo, e prometeu uma surpresa a cada um deles que comparecessem. Para chegar até tal festa, que se realizaria no topo de uma colina, era necessário atravessar um rio, com muita correnteza.

Os primeiros que resolveram tentar chegar à festa foram o gato e o rato. Ao se deparar com o rio caudaloso, eles ficaram receosos. Logo depois chegou o Boi, que é forte e já acostumado a cruzar tal rio. Então, o rato perguntou-lhe: “Você se importaria se nós dois atravessássemos em suas costas? Eu sou muito pequeno e o gato tem medo de água!”. O Boi, muito gentil, aceitou a proposta. No meio da travessia, o rato empurra o gato na água, que é deslocado pela correnteza para a margem de partida, e é por isso que a rivalidade e vingança entre o gato e o rato persiste entre as duas espécies. Audacioso e rápido, o rato chega à outra margem e sai correndo para subir a colina, é o primeiro a chegar à festa, logo depois chegou o Boi.

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Pouco tempo depois, chega o Tigre, que também já conhecia o caminho e atravessou o rio sem maiores problemas. O quarto convidado a chegar foi o Coelho, para a surpresa de todos, já que os coelhos não sabem nadar. Ele, orgulhoso, justificou: “Fui saltando de pedra em pedra, e depois naveguei em cima de um tronco.” Todos ficaram admirados com a astúcia e esperteza do Coelho. O 5º convidado a chegar foi o Dragão, mas Buda achava que ele seria o primeiro pois tem asas e não precisaria se esforçar para atravessar o rio. O dragão explicou que se atrasou porque no caminho viu uma cidade incendiada e foi ajudar. Depois, quando passava sobre o rio viu um Coelho em cima de um tronco tentando chegar à outra margem, por isso posicionou-se na margem oposta do rio e bateu as asas com força para fazer vento e ajudar o coelho e a chegar. Pelos seus gestos nobres, todos os animais saudaram o dragão.

O cavalo vinha com calma atravessando o caudaloso rio. Ao chegar do outro lado da margem, assustou-se com a presença da cobra e ficou à distância, com medo. Por isso, a cobra chegou em 6º lugar e logo depois dela, chegou o cavalo em 7º. Uma jangada abandonada serviu de balsa para o macaco, galo e cabra, que se empoleiraram sobre ela e com sorte conseguiram chegar à outra margem. Na ordem chegaram: em 8º a cabra, em 9º o macaco e em 10º o galo.

O cachorro e o porco vieram, sem pressa, nadando nas águas fresquinhas do rio, e chegou o cachorro em 11º lugar e o porco em 12º.  

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O presente de Buda


Buda foi anotando um por um o nome dos animais e a ordem de chegada de cada um deles. Como forma de agradecimento pela presença e pelo esforço de cada um deles, Buda resolveu dedicar um ano para cada um dos animais, e as pessoas nascidas nestes anos seriam regidas por eles e teriam características que se assemelhavam à sua personalidade, iniciando um ciclo que passa por todos os animais, até retornar novamente ao Rato, o primeiro da lista.

Ao fim da festa, todos os animais muito satisfeitos com a sua surpresa, fizeram um juramente solene perante Buda, que lhes deu uma obrigação: Todos eles deveriam estar sempre, por um dia e uma noite, andando pelo mundo, pregando e convertendo as pessoas, enquanto os demais onde ficariam praticando o bem em silêncio. O Rato inicia sua jornada no primeiro dia da sétima Lua, procurando persuadir os nativos do seu signo a praticarem boas ações e a corrigirem os defeitos de temperamento. Os demais bichos fazem o mesmo, sucessivamente, e o Rato reinicia seu trabalho no 13º dia. Com essa responsabilidade dividida entre os 12 animais, Buda conseguiu manter uma certa ordem e equilíbrio no nosso universo.

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