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A espiritualidade dos cães segundo o Espiritismo

A espiritualidade dos cães segundo o Espiritismo

Nós já publicamos aqui no WeMystic alguns artigos sobre a espiritualidade dos gatos. Mas e os cachorros? Aqueles que são considerados como o melhor amigo do homem também não possuem espiritualidade? Confira a visão do Espiritismo sobre a espiritualidade dos cães e de outros animais.

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Espiritualidade dos cães – O papel dos cães na evolução espiritual

O espírito Emmanuel, psicografado por Chico Xavier, uma vez disse: Nós, seres humanos, estamos na natureza para auxiliar o progresso dos animais. Na mesma proporção que os anjos estão para nos auxiliar. Portanto, quem maltrata um animal é alguém que não aprendeu a amar”. O Espiritismo acredita que todos os animais (racionais e irracionais) caminham para a evolução espiritual. Cada um deles tem sua importância neste planeta, no plano físico e espiritual. A zootecnista e estudiosa do Espiritismo Fernanda Vieira escreveu em seu livro “Os Animais e o Espiritismo” que é de uma enorme prepotência nós humanos acharmos que os animais estão na terra para nos servir e nos entreter. Ela questiona: “Por que Deus em sua infinita bondade faria uma coisa dessas? Por que apenas o homem seria o filho privilegiado?” questiona ela. O papel dos cães, assim como dos demais animais, na espiritualidade é de evolução.


Os estágios da evolução animal

Precisamos antes de tudo nos enxergar como animais, assim como qualquer outro para entender bem a visão do espiritismo sobre esse assunto. Marcel Benedeti em seu livro “A Espiritualidade dos Animais – Qual a sua dúvida sobre o tema?” diz que nós somos animais no estágio da humanidade. Todos os animais caminham para um mesmo objetivo, a evolução espiritual. E temos diferentes papeis a serem desenvolvidos nesta vida. A diferença são os estágios de evolução. Fernanda Vieira esclarece que os espíritos que encarnam em humanos estão à frente na caminhada evolutiva quando comparados a espíritos que encarnam em outros animais. Ela ressalta, entretanto, que os animais domesticados (como os cães, gatos, pássaros, vacas, galinhas, etc), pela proximidade com os humanos, estão também um passo à frente na evolução em relação aos animais selvagens. Os animais de estimação não reencarnam em animais selvagens, pois isso seria um regresso na evolução espiritual. Assim, a responsabilidade que temos na evolução dos demais animais é como a de um irmão que ajuda o outro na sua caminha evolutiva.


Leia também: Passe espiritual em animais – como funciona?


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Como os humanos devem contribuir para a evolução dos cães

O espiritismo afirma que, quando amamos verdadeiramente alguém (seja ele um ser humano ou outro animal), o amor por si só já auxilia em sua evolução espiritual. O cuidado, o carinho e principalmente o amor é a melhor forma de contribuir para a evolução dos animais, e eles fazem o mesmo: auxiliam na nossa evolução, trazendo compaixão, alegria e muito, muito amor aos nossos dias. É uma troca benéfica. Quando um ser humano maltrata um animal, ou o levam para a eutanásia (mandam abater), esse sofrimento traz a regressão na evolução espiritual deste animal.


A história de Chico Xavier e a cadela Boneca

Chico Xavier teve uma cadelinha chamada Boneca, que ela muito apegada a ele. Sempre que ele chegava, gostava de brincar com ela, coloca-la no colo e dizer: “Estou cheio de pulga, Boneca!”. Imediatamente a cadelinha começa a coçar o seu peito com o focinho, para “retirar as pulgas”. Era uma brincadeira cotidiana entre os dois.

Boneca envelheceu e ficou muito doente. Quando ela faleceu, Chico sentiu muito a sua partida. Então ele embrulhou a cadelinha em um xale e preparou o seu enterro no fundo do quintal, num ritual doloroso, de muitas lágrimas de despedida. Um casal de amigos próximos de Chico, que haviam convivido com ele e Boneca, ofereceram ao velho amigo na sua visita à sua casa, em São Paulo, uma cachorrinha filhote. Assim que ele chegou à casa do casal, recebeu em seus braços a filhote enrolada em um cobertor. Todos pegaram no colo, fizeram brincadeiras e carinhos à pequena mascote.  Quando Chico sentou, colocou a pequena no colo e repetiu a frase: “Ah boneca, estou cheio de pulgas!”. Imediatamente a cachorrinha começou a repetir os mesmos modos que a Boneca fazia, coçando o peito de Chico com o focinho.

Todos os presentes ficaram surpresos e de boca aberta com a reação da cadela. Emocionados, exclamaram: “Chico, é a Boneca! Ela está de volta!”. Calmamente, Chico respondeu: “Quando nós amamos o nosso animal e dedicamos a ele sentimentos sinceros, ao partir, os espíritos amigos o trazem de volta para que não sintamos sua falta. É, a Boneca está aqui, sim, e ela está ensinando a esta filhota os hábitos que eu tanto gostava. Nós, seres humanos, estamos na natureza para auxiliar o progresso dos animais, na mesma proporção que os anjos estão para nos auxiliar. Por isso, quem maltrata um animal vai contra as leis de Deus, porque Suas leis são as leis da preservação da natureza. E, com certeza, quem chuta ou maltrata um animal é alguém que ainda não aprendeu a amar” concordando com os ensinamentos de espiritualidade do seu guia, Emmanuel.

Essa é uma bonita história que ilustra como a espiritualidade dos cães pode mesmo acontecer e se manifestar à nossa volta.


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Saiba mais :

Ana Luiza Fernandes Ana Luiza Fernandes

Jornalista, mestre em Ciências da Comunicação e escolheu esse destino por amar ler e escrever desde criança. Vive conectada à internet, não perde uma novidade do cinema, da música e da literatura e busca constantemente a evolução pessoal e espiritual

 

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