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É possível fotografar a cor da aura? Leia e descubra

É possível fotografar a cor da aura? Leia e descubra

Vendidas por muitos “místicos” em eventos ou consultas diversas, as fotografias da aura baseiam-se em truques fotográficos a fim de causar ilusões de que a aura realmente existe na imagem revelada. No entanto, registrar a cor da energia que nos cerca e nos rege é uma tarefa muito mais profunda e complexa do que uma simples foto com efeitos sobre um fundo negro.

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Como é possível registrar a cor da aura?


Ainda que indivíduos afirmem com toda a convicção de quem realmente é possível registrar a aura de qualquer pessoa em fotografias, especialistas espirituais e místicos não voltam atrás: tudo não passa de uma farsa, pregando o charlatanismo em quem realmente acredita nessa possibilidade.

A constatação é simples, pois diante do efeito conhecido como direct-photo-montage aplicado nessa ilusão, tudo o que for sobreposto a um fundo negro será registrado sobre um cálculo simples de resistência da pele, emanando cores; as quais de nada tem relação com a aura. Outros ainda defendem que este método chamam a técnica de kirliana, o que também de nada tem relação com o real Efeito de Kirlian.

É importante frisar que toda a aura está em constante movimento e reação, muito semelhante a uma chama. No entanto, ainda que esse padrão se mantenha, sua manifestação acontece em particularidades a cada indivíduo de acordo com padrões de gênero, reações chakricas, intensidade do corpo energético, saúde do corpo psicológico, entre outros fatores. Portanto, características como o movimento, o cheiro, o som vibracional e intensidade na qual a aura é emanada mostram que esse fenômeno vai muito além de truques básicos de fotografia que se revelam a partir da resistência eletromagnética produzida através da pele de nossas mãos.

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Efeito de Kirlian


Conhecido e aceito por muitos especialistas no quesito espiritual, o Efeito de Kilian costuma ser um dos poucos métodos que mais podem ser aproximar de algum registro fotográfico, ainda que muito pequeno. A tecnologia que leva esse nome tem como aplicação uma técnica inicialmente estudada e explicada por Nicola Tesla, mas posteriormente acidentalmente explorada pelo eletricista Semyon Kirlian em 1939; nela descobriu-se que um corpo ou objeto fotografado a uma determinada voltagem, a mesma produziria um halo que iluminaria e traduziria a “vida” existente no item ou ser em frente à câmera.

Ainda que muito superficial e arriscada – devido à exposição a essa voltagem – o Efeito de Kirlian permite realmente enxergar algumas partes do corpo (como dedos ou, no máximo, uma mão inteira) brilharem diante de nossos olhos. No entanto, ainda não há registros de qualquer possibilidade ou equipamento que consiga registrar com perfeição a cor da aura em sua totalidade.

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