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Amizade – a família que o nosso coração escolhe

Amizade – a família que o nosso coração escolhe

A amizade é uma forma de amor tão genuína quanto os laços de sangue. É um amor construído, com pessoas com quem não temos a menor obrigação de querer ao nosso lado, temos mesmo é vontade de estar sempre juntos.  Seja uma amizade de longa data ou uma amizade recente, o mais importante é a cumplicidade e a empatia que existe entre os amigos, que faz com que essa pessoa ou essas pessoas se tornem únicos em nossa vida.

Amigo para todos os momentos

Amigo que é amigo já passou por poucas e boas juntos. Pediu conselho no meio da noite, saiu para uma noitada, puxou a orelha quando estamos errados, deu ombro amigo quando nós estávamos na pior, compartilhou nossos sonhos e também nossas angústias. Muitas vezes conseguimos nos abrir de forma mais sincera e verdadeira com nossos amigos do que com nossos familiares, pela afinidade e cumplicidade que envolve essa relação.


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Parte da família

Quando temos um amigo muito próximo, parece que ele entra de imediato na nossa família. De um dia para outro já tem cadeira cativa nos jantares da família, já tem uma cama (ou um colchãozinho) que é “dele”, tem toda a liberdade de pegar alguma coisa na geladeira e de chamar, carinhosamente, a sua mãe de tia. Já sabe que seu irmão acorda mau humorado e onde é que ficam as toalhas para poder tomar um banho. Sabe o pão que o seu pai gosta pra trazer da padaria e seu cachorro já faz a maior festa quando ele chega. É aquele amigo que logo vem à cabeça para ligar e contar sobre algo que aconteceu no seu dia, a primeira pessoa que você compartilha as vitórias e os fracassos, a quem você liga quando está feliz e quando está arrasado. É um sentimento tão genuíno que suplanta a existência ou não de laços consanguíneos, é a irmandade de valores, de ideais, um sentimento sincero de torcida pela felicidade do outro.


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Quando a gente se encontra…

É como se nunca tivéssemos nos separado. Já ouviu alguém dizer isso? Tem amigo que você pode ficar um tempão separado, mas quando há o reencontro, parece que nada mudou, só aumentou o número de novidades a se contar. O carinho e a intimidade permanecem os mesmos, como se o tempo tivesse parado no último instante em que estiveram juntos. Para a amizade não há barreiras do tempo, o carinho permanece como um laço fraterno que queremos cultivar e mantê-lo forte, cuidar para que permaneça. A amizade torna-nos melhores pessoas, seres humanos mais compreensíveis e amáveis, pela força que esssa relação tem: é um sentimento de família do coração.


Saiba mais :

Ana Luiza Fernandes Ana Luiza Fernandes

Jornalista, mestre em Ciências da Comunicação e escolheu esse destino por amar ler e escrever desde criança. Vive conectada à internet, não perde uma novidade do cinema, da música e da literatura e busca constantemente a evolução pessoal e espiritual